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Destaques [notícias & avisos]

 

 

 

 

 

 
GEOGRAFIA 9: Sebenta de preparação para o teste intermédio

Atenção, alunos do 9.º Ano. Já se encontra disponível, para download, a sebenta da disciplina de Geografia.
Em breve, procedemos a nova atualização, uma vez que faltam digitalizar alguns exercícios propostos pelos professores.
Os documentos estão disponiveis em [Serviços/Downloads]
Um bom estudo para todos.

Publicado em: 18/02/2013 17:51:05


 

 

 

 

 

 
EXAMES 2013: Calendário

O calendário de Provas Finas (1º, 2º e 3º ciclos) e Exames Nacionais de Secundário (1ª e 2ª Fases) é os seguinte:











Pode fazer o download completo do calendário aqui
e do Despacho n.º 2162-A/2013. D.R. n.º 25, Suplemento, Série II de 2013-02-05 AQUI

Publicado em: 14/02/2013 12:28:03


 

 

 

 

 

 
PARTICIPAÇÃO: Corta Mato Distrital - Lousada

No dia 5 de fevereiro os os atletas do Colégio participaram no Corta Mato Distrital - Lousada e alcançaram o 1º Lugar, no escalão Juvenil Feminino (equipa), e o 3º Lugar, em Juniores Masculinos (equipa).

Publicado em: 08/02/2013 06:17:57


 

 

 

 

 

 
ESPETÁCULO Física Viva: INFORMAÇÃO

No dia 5 de março de 2013 terá lugar no auditório do Colégio um espetáculo intitulado Física Viva. Os alunos do 1.º/2.º/3.º Ciclo e do ensino Secundário poderão participar numa atividade de 90 minutos, onde serão explorados e desenvolvidos conteúdos programáticos abordados na área da Física. Esta atividade resulta do show de física criado pelo Departamento de Física da Universidade de Aveiro, que em parceria com a ‘Fábrica Centro Ciência Viva’ foi produzido para Espetáculo de Comunicar Ciência em ambiente não formal. Durante a sessão são proporcionados momentos em que o público é convidado a experimentar algumas aplicações da Física. Com base num discurso que recorre ao tema “Energia em Nossas Casas”, é possível aliar rigor científico a momentos lúdicos de imaginação e criatividade, aliciando o público para uma intervenção ativa. O espetáculo “Física Viva” inicia com uma apresentação de luz laser e cor, percorre vários ramos da Física (como Ondas, Mecânica, Termodinâmica e Eletromagnetismo) e termina com o público a assistir a uma pequena encenação do filme “A Guerra das Estrelas”. Para mais informações contacta o teu professor de Físico-Química. As inscrições estão limitadas à lotação do auditório!
TEASER COM VÍDEO


Publicado em: 16/01/2013 10:18:11


 

 

 

 

 

 
10 de janeiro: dia de SÃO GONÇALO de Amarante

A 10 de janeiro, em Amarante, é celebrado o dia de S. Gonçalo, padroeiro da cidade e o santo que dá o nome ao nosso mui nobre Colégio. Por isso, todos os anos, diretores, professores, alunos e funcionários do nosso Colégio encontram-se no pavilhão gimnodesportivo, convenientemente transformado em igreja, para aí participarem na celebração em honra do santo. Hoje, 10 de janeiro de 2013, presidiu à celebração eucarística o reverendo padre José Manuel Ferreira, o qual enfatizou a importância que o exemplo do santo pode ter na nossa vida, assim como o facto de 2013 ser para os cristãos o “Ano da Fé”.
Porque é sempre bom saber mais, aqui fica um texto de Mariza Lira, retirado da revista Jangada Brasil, com curiosidades sobre o santo.
“São Gonçalo de Amarante é santo de grande prestígio no hagiológio popular, por ser o protetor dos amores difíceis.
O povo é caprichoso e irreverente, talha tudo a seu bel-prazer.
O moço dominicano, nascido da nobre família dos Pereiras, do termo de Guimarães, Portugal, depois de professar e visitar Roma e Jerusalém, dedicou-se a vida de pregador, e a lenda e a fantasia popular transformaram-no em “casamenteiro dos velhos”.
Realmente, Gonçalo de Amarante foi um grande construtor. A ele se deve a vetusta ponte de Amarante e a linda capela, de 1250, reconstruída sobre um penhasco, a cavaleiro do rio Tâmega, sob a invocação de Nossa Senhora.
Morreu em meados do século XIII e, por intercessão del-rei dom Sebastião, foi canonizado pelo papa Pio IV.
O culto, entregue ao povo, permitiu a criação de pitorescas lendas, que lhe atribuíam poderosa intervenção nos amores e casamentos de velhos, girando o tema primacial das cantigas, doces, etc., da festa portuguesa, sempre sobre motivos fálicos.
Tendo alcançado grande popularidade em Portugal, para aqui chegou através do misticismo dos colonizadores lusos.
Mas a fé em São Gonçalo teve maior repercussão na zona sertaneja. Muito comum é esse culto festivo no interior do Brasil, notadamente em São Paulo, onde é “dança de São Gonçalo”, no Paraná, onde se chama “sarabanda de São Gonçalo”, e no Rio de Janeiro, onde tem o nome de “festa de São Gonçalo”.
É geralmente uma reunião rural, observada em Jacarepaguá, Pavuna, Irajá. É uma festa um tanto mística e bastante profana, de canto, dança e oferendas.
A festa de São Gonçalo, realizada, certa ocasião, em Jacarepaguá, revestiu-se de um primarismo tocante.
Muitos convidados, gente de longe, violeiros e pandeiristas, mulheres e homens de todas as idades.
Na salinha exígua, num altar modesto, está entronizada, entre panos, rendas, bordados grosseiros e flores de papel fino de vivo colorido, uma imagem antiqüíssima, de uns 25 centímetros, talvez, de São Gonçalo de Amarante.
Os fiéis colocam-se em fila indiana, as mulheres à direita dos homens. Os assistentes, ao fundo, ou encostados às paredes laterais.
Em dado momento, a música dá o sinal de início e os fiéis começam a cantar uma ladainha pitoresca, tirada pelos donos da casa, mestiços, “dona Dargisa” e “seu Nacleto”, que são também os mestres da dança.
Num latim maltratado, cada um vai desincumbindo da sua missão o melhor possível.
Entre outras coisas, há uma “fidelis arca“, uma “torre de elefante” que é “torre de marfim”, um “sal nos infernorus” e outras frases engraçadíssimas.
Rezam com profunda fé e respeito.
Acabada a ladainha, é distribuída, em copos, uma “batida fraquinha”.
Depois formam novamente as filas e começam a cantar, trocando os pares em diagonal, entrecruzando-se diante do altarzinho, em reverência quase ridícula.
Novamente cantam, já agora uma espécie de “louvação”:
São Gonçalo milagroso
Que veio de Portugal,
Ajudai-me a vencer
Essa batalha real.
São Gonçalo pequenino
Realmente em seu altar,
Seus poderes são tão grandes,
Que faz as moças casar.
E nesse teor vão cantando, até que terminam assim:
Hei de fazer um barquinho
Da raiz do araçá,
Para levar São Gonçalo
Do jardim pra o seu “altá”.
Nova interrupção nas danças e cantos. Um calor tremendo provoca suores, que torna luzidos os rostos e enche o ambiente de um odor insuportável. Para refrescar, mais “batida” e novamente danças e cantos do “peditoro“.
Meu bondoso São Gonçalo,
Em vós ponho toda fé,
Tenho roça, tenho casa.
Só ,e falta uma muié.
O solista é um homem em plena maturidade, retacado e forte, de par com uma cabrocha gorda, de cabelos grisalhos, tipo de “senhora-dona”, muito animada, que, tomando o canto, súplice, pediu:
São Gonçalo de Amarante,
Vem a mim, meu São Gonçalo,
Se ele está muito distante,
São Jorge empresta o cavalo…
Esse “distante” queria, com certeza, referir-se a muito difícil, por qualquer motivo, tanto que ela lembrava o auxílio do cavalo de São Jorge. Mas o calor da “batida” (cachaça, limão e pimenta do reino) atiça a labareda do entusiasmo, e já começam a aparecer quadras como estas:
Se São Gonçalo soubesse
O grande poder que tem,
Fazendo casar as velhas,
Casava as moças também.
A coreografia continua, o entrecruzamento prossegue, e cada componente da fila vai fazendo seu pedido, até chegar ao último.
Um homem já velhusco e desajeitado comunicou:
Fui pedir a São Gonçalo
Que me fizesse “casá”,
Dez noivas me “pareceram”,
Nove delas fiz “vortá”.
Logo a seguir, uma velhinha, que mais parecia uma bruxa dessas dos contos da Carochinha, muito esganiçada, encerrou o peditório:
São Gonçalo milagroso,
Casamenteiro das moças,
Por que não casais as “véia”,
Que querem casar por força?
Terminara a festa mística, ia começar a profana, – o baile no “coreto”, um quadrado cercado de bambus, armado no terreiro, onde os pares dançaram, até o sol nascer, as marcas mais conhecidas.
Assim se propaga e firma uma tradição, que não pertence exclusivamente a determinada zona. Embora as populações das grandes cidades tenham um nível cultural superior às das pequenas localidades, nem por isso o progresso exclui a tradição que o povo transmite de geração a geração.”
Mariza Lira (in, http://www.jangadabrasil.org/revista/2012/09/18/sao-goncalo-de-amarante/)



Publicado em: 10/01/2013 16:22:25

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