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Destaques [notícias & avisos]

 

 

 

 

 

 
Colégio: vence concurso nacional

Projeto Individual de Gestão (PIG) conquista 1º prémio
O PIG, projeto de gestão realizado nas aulas de Educação Financeira do sexto ano de escolaridade, pretende que as pessoas consigam poupar mais a partir da sua utilização. A sigla PIG significa Projeto Individual de Gestão e apresenta-se sob a forma de uma pequena caderneta que permite a gestão financeira do seu utilizador. Esta caderneta existe em formato de ano letivo e de ano civil.
O projeto foi a concurso no Museu de Papel Moeda, Fundação Dr. António Cupertino de Miranda, e chegou à segunda fase, onde a criação do projeto é mais intensa. O projeto foi construído em parceria com o curso Científico, Tecnológico e Informático, pois pretende-se criar uma aplicação para Android e Ius. Este projeto foi distinguido com o primeiro prémio a nível nacional.
A responsável pelo projeto foi a professora Andreia Pinto, sendo que também tivemos a sorte de ter a colaboração de outros professores que nos ajudaram a preparar a apresentação do projeto. O grupo empreendedor do projeto é constituído por sete alunas do 6º C: Beatriz Carvalho, Beatriz Lencastre, Daniela Ribeiro, Joana Gonçalves, Leonor Silva e Maria Costa.
Maria Costa, 6º C




Publicado em: 16/06/2017 06:28:09


 

 

 

 

 

 
DESTAQUE: DIGA, CARO EÇA!

“Não é uma existência, é uma expiação.” Cento e quarenta e seis anos depois, o país continua perdido, o povo continua na miséria e questiona-se ainda o paradeiro “da inteligência e da consciência moral” de Portugal. Assustadoramente atual, a genialidade de Eça reflete-se no caráter intemporal da sua obra, presente tanto em fragmentos das suas crónicas sociais e culturais, como num dos seus mais prestigiados romances: Os Maias. Mais do que um romance, esta crítica de costumes expõe um Portugal incapaz de se regenerar, um Portugal pervertido e dissolvido pela ignorância, futilidade e hipocrisia características da alta sociedade do século XIX.
A adequação da crítica queirosiana ao Portugal do século XXI torna inevitável o reconhecimento de Eça de Queirós como um visionário e como um pensador lúcido e clarividente, e motiva, evidentemente, o traço de um paralelismo entre o contexto social de ambas as épocas e da eventual intemporalidade da sua obra. A verdade é que o Realismo e o Naturalismo procurados por Eça com Os Maias permitem uma crítica inteligível a um conjunto de personagens que, tipificadas através de determinados vícios e atitudes, se transpõem na sociedade portuguesa atual.
Comece-se pelo episódio do Jantar no Hotel Central. Não será difícil encontrar, nos dias de hoje, aclamados membros de altas classes dirigentes do país cujas regalias são provindas da corrupção e da falsidade e que, posto isto, poderão ser considerados Banqueiros Cohen do século vinte e um. Atualmente, é frequente ver, nos órgãos de comunicação social, notícias relacionadas com casos de indivíduos calculistas que retiram proveito do cargo que ocupam em certas instituições, fazendo negócios em benefício próprio. A título de exemplo, é de notar os conhecidos casos do banqueiro Ricardo Salgado, ou, mais recentemente, o de Oliveira e Costa, administrador do BPN, condenado por crimes de falsificação de documentos, branqueamento de capitais e burla e fraude fiscal qualificadas. Dois séculos depois, é ainda possível encontrar um Portugal estagnado e ineficaz no combate à corrupção.
Recordemos, agora, os encontros fortuitos com as mulheres em Sintra e as reuniões de Carlos e da Condessa em casa da titi e também aí chocaremos com a imutabilidade da típica personalidade portuguesa. Talvez a afirmação de Jeroen Dijsselbloem não seja totalmente descabida e despropositada, ainda que tenha um tanto de imponderação e inconveniência perante o nosso país, dadas as funções que desempenha. Talvez não se possa “gastar todo o dinheiro em mulheres e álcool e, depois, pedir ajuda.” Talvez se o país se preocupasse, em primeiro lugar, em educar e reformar mentalidades desinteressadas e ignorantes no que concerne assuntos de interesse nacional, esta ajuda exterior não tivesse sequer de ser uma opção. Talvez se deixássemos de importar “leis, ideias, filosofias, teorias, assuntos, estéticas, ciências, estilo, indústrias, modas, maneiras e pilhérias”, e se abandonássemos parcialmente a vida despreocupada e de folia de que somos, por vezes, acusados, pudéssemos recuperar totalmente a independência e proeminência de Portugal face aos restantes países europeus.
Também o jornalismo corrompido e desprovido de ética retratado n’Os Maias se repete no jornalismo atual. Revistas cor de rosa e jornais sensacionalistas, que promovem a mentira e que servem certos interesses económicos, adequam-se perfeitamente à crítica queirosiana, que aborda um jornalismo de escândalo, parcial e irresponsável.
Note-se, por fim, a crítica feita ao atraso cultural da elite burguesa e da aristocracia lisboeta, no episódio do Sarau do Teatro da Trindade, e a denúncia do cosmopolitismo postiço, presente nas Corridas de Cavalos. A verdade é que, ainda hoje, importamos tradições e culturas estrangeiras e sobrevalorizamos a cultura vazia e descartável global, em detrimento dos valores próprios do país e do talento e arte portugueses. O consumismo desenfreado e o desejo de uniformizar todas as manifestações culturais, imitando forçadamente os comportamentos estrangeiros, levam à decadência e à perda gradual da identidade de um país. Basta refletir um pouco sobre o que acontece, atualmente, em Lisboa e no Porto, com o turismo de massas que conduz à descaracterização destas cidades e daquilo que é, efetivamente, português.
É urgente que se retome uma cultura com significado, de caráter didático, que tenha o propósito, tal como a obra de Eça, de reformar as mentalidades do século vinte e um e de despertar a atenção relativamente à necessidade de emendar alguns comportamentos que caracterizam a sociedade portuguesa desde há dois séculos.
Ou será que é necessário outro Eça de Queirós para abanar consciências?

Maria Teresa Oliveira
11º 1A1

Publicado em: 12/06/2017 05:19:19


 

 

 

 

 

 
PALESTRA: Turismo

Organizada por Rafael Rodrigues, aluno do Curso Científico-Tecnológico de Turismo Cultural e Recreativo, decorrerá no próximo dia 29 de maio de 2017, pelas 11 horas, no auditório do Colégio de S. Gonçalo de Amarante, uma palestra sobre a inovadora temática do turismo numa abordagem solidária.
Destina-se aos alunos dos cursos de Animação Sociocultural (12º ano), Comunicação e Produção Multimédia (12ºano), Línguas e Humanidades e Turismo Cultural e Recreativo (10º/11º/12º anos), sendo que conta ainda com a presença da ACREDITAR – Associação de Pais e Amigos de Crianças com Cancro, da Universidade de Trás-os-Montes - Curso de Serviço Social, bem como da Dra. Rosa Maria Fonseca, Diretora do Curso de Turismo Cultural e Recreativo.
O evento tem como objetivos alertar os presentes para os demais valores sociais, destacando o turismo como setor também responsável pela promoção dos mesmos; despertar nos jovens a criatividade, abordando um novo tipo de Turismo – Turismo Solidário; incentivar a ações de solidariedade; fomentar a diversidade de oferta em termos de turismo e promover espaços de diálogo e espírito crítico.
Procura-se efetivar a relação entre o Turismo e o Voluntariado, apresentando um projeto que dinamiza experiências solidárias no contexto turístico. Denomina-se Turismo Solidário e move-se em torno de causas sociais e ambientais, onde o turista pode ter um contributo positivo na construção de uma sociedade melhor, um mundo melhor.






Rafael Filipe Sousa Rodrigues
Turismo Cultural e Recreativo
12º4C

Publicado em: 26/05/2017 04:30:25


 

 

 

 

 

 
DESAFIO:  LITERACIA 3D — o desafio pelo conhecimento

As alunas Leonor Oliveira (5.ºA) e Beatriz Carvalho (6.ºC) participaram, no dia 10 de março, na segunda fase do LITERACIA 3D — o desafio pelo conhecimento.

Publicado em: 20/04/2017 05:46:00


 

 

 

 

 

 
AVISO: INSCRIÇÕES PARA EXAMES 2017


Alunos internos e autopropostos:

1ª FASE – 13 a 24 de fevereiro

2ª FASE – 13 a 17 de julho

Alunos que anularam a matrícula até ao 5º dia útil do 3º período – nos dois dias a seguir à anulação.

Alunos que pretendam concluir disciplinas que frequentaram (este ano) sem aprovação – nos dois dias úteis a seguir à afixação da pauta do 3º período.

Publicado em: 13/02/2017 11:28:08

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